
E a música?
Passando para o lado da música... bem, é pra isso que ele serve, né? Descobrir o novo "ídolo (norte-)americano" da música pop. Assisti a vários programas da última temporada (ok, outra confissão!) e devo dizer que eles de fato encontram muita gente talentosa.
O problema é que eles procuram alguém que se encaixe num padrão do que eles consideram que será aceito pelo público de lá (e eventualmente do resto do mundo também). Resultado: vão pasteurizando demais a coisa, vai ficando tudo muito igual. Não deixam espaço para uma voz levemente "suja", ou trêmula e têm uma fixação doentia por tons-altos-cantados-por-vozes-cristalinamente-limpas-saindo-da-boca-de-jovens-belos-e-sarados-que-serão-os-próximos-celine-dions.
O problema é que eles procuram alguém que se encaixe num padrão do que eles consideram que será aceito pelo público de lá (e eventualmente do resto do mundo também). Resultado: vão pasteurizando demais a coisa, vai ficando tudo muito igual. Não deixam espaço para uma voz levemente "suja", ou trêmula e têm uma fixação doentia por tons-altos-cantados-por-vozes-cristalinamente-limpas-saindo-da-boca-de-jovens-belos-e-sarados-que-serão-os-próximos-celine-dions.
Os verdadeiros american people
Isto é legal, mas não é tudo! É o tipo de coisa que faz com que a gente não tenha grandes novidades na música (com raríssimas exceções). Exemplo são estas novas bandas de "rock" que parecem todas iguais, mudando só o nome e a cara dos "roqueiros".
No mais, a diversão é garantida. Eu acho! Ah... e tem a vantagem de mostrar para o resto do mundo quem e como são os verdadeiros american people (dá uma olhada só na moça da foto).
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